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Descrição

Já era hora de Mikaelah Drullard chegar ao Brasil.

A pensadora, bonita por reivindicação, tece, nas linhas desse livro, caminhos para fora dessa zona de insistência em um feminismo pétreo - e europeu - que segue favorecendo dinâmicas colonialistas.

Trazendo a tona interlocuções com pensadoras antipatriarcais e antirracistas, como sua denominada mestra Yuderkys Espinosa Miñoso e sua tão companheira Ochy Curiel, Mikaelah sugere uma nova-antiga zona para as confabulações necessárias para desarmar as ideias progressistas forjadas pela intelectualidade branca, uma zona amparada na força do passado que ainda está - a força das resistências e tecnologias de vida negras, quilombolas, indígenas, travestis, não na força do futuro; na força cimarrona, não na força do monstruoso ocidental.

Sem meias palavras, o livro ""O feminismo já foi: confissões de uma mula"", em pré-venda pela (elle/elu) edições y traduções, não tem nada a ver com um discurso dormindo num suporte de papel, é um livro vivo que é, em si, um ato de linguagem.

 

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
O feminismo já foi - Confissões de uma mula
Autoria: Mikaelah Drullard
Tradução: floresta
Ilustração: chinelus.lab
Editora/Selo: elle/elu 
ISBN: 978-65-84170-02-5
Idioma: português
Peso: 300g
Dimensão: 21 x 15 cm
Edição: 1ª
Ano de lançamento: 2026
Número de páginas: 192

 

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