Experiências sobre editar um corpo, de Letícia Féres (poemas) e Laura Daviña (ilustrações e projeto gráfico), apresenta um paralelo entre o processo histórico de edição dos corpos humanos e os processos característicos da edição de um livro. O que evidencia a própria natureza editável dos corpos – tantas vezes ocultada pelo senso comum e sua metralhadora de normatividade – e também os elementos utilizados na construção do objeto livro.

Para deixar claro que um livro é um objeto construído – um constructo, que diz em si mesmo mais do que apenas seu conteúdo escrito ­–, e que também os corpos são construídos coletiva e individualmente, o livro usa diversas estratégias antirreducionistas. E, entre elas, merece destaque sua aversão aos rótulos.

Letícia Féres traz a experiência individual na construção de seu próprio corpo, ultrapassando o simples relato, e complexifica a discussão sobre gênero e sexualidade, tão cara ao nosso tempo. Ela convoca os corpos desviantes – sejam eles quais forem – a observar os processos de edição que lhe foram socialmente impostos, mas também a observar que eles podem e devem ser os editores de si mesmos – o que não significa moldar-se para caber nesta ou naquela identificação.

O livro fala do “corpo como espaço de construção biopolítica, como lugar de opressão, mas também como centro de resistência”, como Marie-Hélène Bourcier escreve no prefácio do Manifesto contrassexual, de Paul Preciado. E também amplia a discussão, porque falar de gênero implica falar de questões de saúde mental, de educação, de relacionamento.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Experiências sobre editar um corpo
Autoras: Letícia Féres e Laura Daviña
Editora: Edições Garupa
ISBN: 9786588253014
Idioma: Português
Altura: 19 cm
Largura: 12 cm
Edição: 1ª
Ano de lançamento: 2020 
Número de páginas: 80

Clique neste link para conhecer o prazo de entrega e outros detalhes da Banca Tatuí.

Experiências sobre editar um corpo

R$35,00
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Experiências sobre editar um corpo, de Letícia Féres (poemas) e Laura Daviña (ilustrações e projeto gráfico), apresenta um paralelo entre o processo histórico de edição dos corpos humanos e os processos característicos da edição de um livro. O que evidencia a própria natureza editável dos corpos – tantas vezes ocultada pelo senso comum e sua metralhadora de normatividade – e também os elementos utilizados na construção do objeto livro.

Para deixar claro que um livro é um objeto construído – um constructo, que diz em si mesmo mais do que apenas seu conteúdo escrito ­–, e que também os corpos são construídos coletiva e individualmente, o livro usa diversas estratégias antirreducionistas. E, entre elas, merece destaque sua aversão aos rótulos.

Letícia Féres traz a experiência individual na construção de seu próprio corpo, ultrapassando o simples relato, e complexifica a discussão sobre gênero e sexualidade, tão cara ao nosso tempo. Ela convoca os corpos desviantes – sejam eles quais forem – a observar os processos de edição que lhe foram socialmente impostos, mas também a observar que eles podem e devem ser os editores de si mesmos – o que não significa moldar-se para caber nesta ou naquela identificação.

O livro fala do “corpo como espaço de construção biopolítica, como lugar de opressão, mas também como centro de resistência”, como Marie-Hélène Bourcier escreve no prefácio do Manifesto contrassexual, de Paul Preciado. E também amplia a discussão, porque falar de gênero implica falar de questões de saúde mental, de educação, de relacionamento.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Experiências sobre editar um corpo
Autoras: Letícia Féres e Laura Daviña
Editora: Edições Garupa
ISBN: 9786588253014
Idioma: Português
Altura: 19 cm
Largura: 12 cm
Edição: 1ª
Ano de lançamento: 2020 
Número de páginas: 80

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