Eu, prosador, me confesso

"Eu, prosador, me confesso" é a estreia do premiado romancista Cristovão Tezza na lírica. O livro reúne 34 poemas surpreendentes vindos de um autor que sempre fez o elogio do “espírito da prosa”. Aqui não há, porém, espaço para o confessionalismo ou o lirismo derramado. A confissão, que está no título do livro, é da ordem da ironia e da reflexão. A própria arte poética é um dos temas mais importantes do volume, em poemas como “Página”, “Poesia”, “Régua” e “Vanitas”. O diálogo com os modernistas brasileiros, em especial com Bandeira e Drummond, evidencia-se em poemas que são como que homenagens aos dois maiores nomes da nossa poesia moderna, caso dos poemas “A mão”, “Uótzap”, “Poeminha à Manuel Bandeira” e “Descampado”. Clássicos como Catulo são revisitados, e a paisagem curitibana e o momento político também estão contemplados, em composições como “Curitiba” e “2017”. A densidade história atravessa a poesia do autor, e alguns dos poemas mais significativos do livro têm como temas dominantes a passagem do tempo e uma consciência da modernidade e do momento presente, como se pode ler em “Natureza”, “Holografia”, “Viena”, “Felicidade” e “Teologia em quadrinhos”. Posfácio do crítico Manuel da Costa Pinto.  

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Eu, prosador, me confesso
Autor: Cristovão Tezza
Editora: Quelônio
ISBN: 978-85-93229-23-7
Idioma: português
Edição: 1ª
Altura: 22,5 cm
Largura: 13 cm
Ano de lançamento: 2017
Número de páginas: 56

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Eu, prosador, me confesso
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"Eu, prosador, me confesso" é a estreia do premiado romancista Cristovão Tezza na lírica. O livro reúne 34 poemas surpreendentes vindos de um autor que sempre fez o elogio do “espírito da prosa”. Aqui não há, porém, espaço para o confessionalismo ou o lirismo derramado. A confissão, que está no título do livro, é da ordem da ironia e da reflexão. A própria arte poética é um dos temas mais importantes do volume, em poemas como “Página”, “Poesia”, “Régua” e “Vanitas”. O diálogo com os modernistas brasileiros, em especial com Bandeira e Drummond, evidencia-se em poemas que são como que homenagens aos dois maiores nomes da nossa poesia moderna, caso dos poemas “A mão”, “Uótzap”, “Poeminha à Manuel Bandeira” e “Descampado”. Clássicos como Catulo são revisitados, e a paisagem curitibana e o momento político também estão contemplados, em composições como “Curitiba” e “2017”. A densidade história atravessa a poesia do autor, e alguns dos poemas mais significativos do livro têm como temas dominantes a passagem do tempo e uma consciência da modernidade e do momento presente, como se pode ler em “Natureza”, “Holografia”, “Viena”, “Felicidade” e “Teologia em quadrinhos”. Posfácio do crítico Manuel da Costa Pinto.  

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Eu, prosador, me confesso
Autor: Cristovão Tezza
Editora: Quelônio
ISBN: 978-85-93229-23-7
Idioma: português
Edição: 1ª
Altura: 22,5 cm
Largura: 13 cm
Ano de lançamento: 2017
Número de páginas: 56

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