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A Arte de Peidar

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"É vergonhoso, leitor, que apesar de peidares desde sempre, ainda não saibas como o fazeis e como deveis fazer." 

É com ares de sermão que começa o curioso livro francês de 1751, A Arte de Peidar, obra de Pierre Thomas Nicolas Hurtaut. O subtítulo Ensaio teórico-físico e metódico para o uso das pessoas constipadas, das pessoas graves e austeras, das senhoras melancólicas e de todos aqueles que insistem em permanecer escravos do preconceito mensura a dose de humor que acompanha o texto, boa literatura de salão que não se exime de apresentar um sentido de crítica social aos costumes. O objeto de estudo do livro, apesar de fugaz, é tratado com rigor, o que dá ao texto um tom de literatura médica.

O prefácio assinado por Antoine de Baecque esclarece que o peido já foi tema de estudo de inúmeros pesquisadores renomados, dentre os quais cita o filósofo Slavoj Zizek, e ainda Cícero, Pitágoras, Rabelais e Norbert Elias como referências, enquanto a rígida classificação das flatulências proposta por Hurtaut garante a diversão. Segundo o autor, os peidos podem ser classificados em diversos tipos, como ditongo, aspirado ou semivocal. É ler pra crer! 

Após a publicação de A Arte de Peidar, o autor se destacou com obras sobre língua francesa e história, dentre os quais estão quatro volumes de um dicionário histórico da cidade de Paris e um dicionário de palavras homônimas na língua francesa, obras de referência importantes por muito tempo na França.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
A Arte de Peidar
Autor: Pierre-Thomas-Nicolas Hurtaut
Editora: Phoebus
ISBN: 978-85-60584-02-4
Idioma: Português
Tradução: Bruno Feitler
Altura: 18
Largura: 14
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2009
Número de páginas: 96

Prazo de entrega: em até 7 dias úteis

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